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terça-feira, 5 de maio de 2009

Mendonça volta às obras ''prometidas'' por Eduardo

A Zona da Mata é o próximo destino do projeto Democratas nas ruas, iniciativa encabeçada pelo DEM estadual, que demarca terreno para as eleições de 2010 e fiscaliza e cobra obras que, segundo o partido, foram prometidas mas não executadas pelo governo do estado. De acordo com o presidente da legenda, o ex-governador Mendonça Filho (foto), a data ainda não está fechada, mas a previsão é que a viagem aconteça entre o fim deste mês e a primeira semana de junho.

A decisão sobre a nova investida foi tomada ontem pela manhã, em reunião da executiva estadual do partido. "Trata-se de outra região (Zona da Mata) pela qual fizemos bastante quando estivemos à frente do governo e que, como acontece na maioria do estado, tem sido negligenciada pela atual gestão", disse Mendonça. Devem ser visitados seis a sete municípios, num roteiro que será definido posteriormente. Os democratas já estiveram no Agreste e no Sertão do São Francisco, fazendo contatos com lideranças locais e denunciando atrasos em ações do estado.(As informações são do Diario de Pernambuco)

sexta-feira, 27 de março de 2009

Onde está o crime de Mendonça? Nem alhures nem algures

Nessa última Sexta-feira, por volta das 22horas, quando finalmente pude sentar em frente ao meu velho amigo computador, tive uma grande surpresa e susto ao receber uma mensagem de um amigo pelo MSN dizendo: "e agora, hem? Mendonça tanto dizia que tinha vida-limpa e foi pego com caixa 2".


Eu tive um quase-baque. Custou-me crer no que eu ouvia. E depois outros e outros vieram com a mesma ladainha. E eu dizendo que estava desinformado e que iria ler para poder argumentar.




Bom. Fui e li. Li o Blog do Cesar e os outros. Li o Diário, a Época e outros. E O que vi? Vi que Mendonça recebeu para sua campanha uma doação (na verdade duas) da empresa Camargo Correia e que essas doações, no total de 300 mil reais, não constavam em sua campanha como vindo diretamente da Camargo Correia e sim do deretório nacional do DEM.


Isso é algo muito antigo. E não é malandragem de gente safada não. É um recurso utilizado para satisfazer aos desejos da empresa e não do partido, que querem se manter sob sigilo. É como se eu fosse fazer uma doação a alguém mas não quisesse expor meu nome. Daí eu faço uma transferência´para um terceiro e esse terceiro repassa para quem eu desejava inicialmente doar.


Gente, não me levem a mal não. Mas querer chamar isso de caixa-dois não cabe. Critiquem a "manobra". Mas saibam que sempre que isso ocorre é a pedido da empreiteira que não quer ser vista por outros partidos como "aliada de fulano de tal". Mas não digam que isso foi prática de caixa 2. Caixa 2 é recurso não contabilizado para a campanha. Caixa 2 é quando alguém doa e isso não está registrado em parte alguma. Não foi, definitivamente, o caso.


Encerre-se isso, oras.

terça-feira, 24 de março de 2009

Data Folha mostra força da oposição

O Instituto Data Folha fez pesquisa de intenção de votos para saber como andam os possíveis candidtaos ao governo de Pernambuco.

Em dois dos cenários, Eduado Campos, atual governador do PSDB, lidera. No primeiro deles, vence Jarbas Vasconcelos por 40% x 34%, o que configura um empate técnico. No segundo, com o nome de João Paulo posto, Eduardo tem 34% e Jarbas 31%, enquanto João Paulo tem 12%. Nesses dois cenários, Mendonça Filho, do DEM, aparece com 10%.

Em um terceiro cenário, simulando o nome de João Paulo como candidato de Eduardo, Jarbas tem 41%, João Paulo 21% e Mendonça 13%.

Vejam os quadros:






sábado, 24 de janeiro de 2009

União por Pernambuco está de volta, avisa Mendonça

Deu no Blog do Magno
A conversa entre os líderes do DEM, PSDB e PMDB, aguardada para fevereiro e que deve esboçar as diretrizes da reedição da antiga aliança União por Pernambuco, será uma prévia de um evento maior previsto para março. Foi o que antecipou, ontem, o presidente estadual do Democratas, Mendonça Filho. “Vamos preparar uma agenda de articulação da aliança dos partidos de oposição, o que deve repercutir num encontro maior em março”, informou o democrata.

Alguns acertos isolados, no entanto, já estão em andamento e contribuem para soldar o bloco futuro. Na próxima semana, por exemplo, Mendonça tem encontro marcado com o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB). Uma espécie de montagem parcial da engrenagem. “Não temos nenhum roteiro pré-estabelecido, mas o ano começa rigorosamente agora. Aguardamos o fim do recesso, a posse dos prefeitos eleitos e vamos dar início a uma articulação bem ampla dos principais partidos oposicionistas”, disse.

Ele garantiu ainda a convergência do PPS. “Conversamos com Roberto Freire e Raul Jungmann. As forças políticas do DEM, do PMDB, PSDB e PPS estão todas muito afinadas com o projeto nacional da candidatura de José Serra (PSDB) para a Presidência, em 2010”, ressaltou.(Folha de Pernambuco)

domingo, 21 de dezembro de 2008

Prefeito do Recife reacende Empréstimo de Mendonção

Pessoal, nos últimos dias mais um escândalo vem assombrando a gestão do PT na cidade do Recife. A esposa do prefeito eleito João da Costa, Marília Costa, que trabalha na gestão atual de João Paulo andou metendo a mão onde não devia. 2 milhões desviados da Educação.

Depois de farpas e farpas, o prefeito do Recife ao invés de tentar descobrir o que hou ve de fato, resolveu passar a mão, como custumam fazer todos os petistas, dos aloprados. E preferiu também atacar Mendonça Filho, líder oposicionista ao governo do PT.
Vejam o que publicou o Blog do Jamildo e a nota/resposta de Mendonça aos aloprados:

Mendonça: João Paulo devia punir envolvidos em fraude e não defendê-los.

Mais um capítulo do recente embate entre DEM e PT tomou forma neste domingo (21). O escândalo milionário que envolve servidores da Secretaria de Educação do Recife rendeu hoje nova troca de farpas entre o ex-governador e presidente do DEM Mendonça Filho e o prefeito João Paulo.

Nessa última semana, Mendonça acusou o PT de adotar uma atitude de "cinismo". João Paulo rebateu lembrando a polêmica em torno do empréstimo que o pai do ex-governador, deputado federal José Mendonça (DEM), tomou ao Banco do Nordeste (BNB), no passado.

Hoje, Mendonça respondeu ao prefeito, através de nota, e chegou até a insinuar que João Paulo tenha problemas com declaração de imposto de renda. O ex-governador sai na defesa do pai e diz que o petista devia punir os envolvidos em fraude e não defendê-los.

Veja nota enviada pelo democrata Mendonça Filho:

1 - A defesa que o prefeito João Paulo faz dos envolvidos na fraude milionária da Educação é escandalosa. Dois milhões de reais são desviados da educação, com a comprovação pelo Ministério Público de que diversas obras foram pagas sem as escolas serem reformadas, e o prefeito não adota uma providência para punir os culpados, sequer ensaia uma explicação ao povo recifense;

2 - Sempre fiz política sem ir para o lado pessoal. Não adianta o prefeito querer desviar o foco dos problemas fazendo ataques a minha família. Isso não me intimida. Até porque, tenho 23 anos de vida pública e passei por duas eleições majoritárias sem que os adversários encontrassem qualquer coisa contra a minha pessoa;

3 - Se é para discutir questões pessoais, acredito que algumas pessoas não resistiriam a uma análise mais detalhada de suas vidas e de coisas básicas como a declaração do Imposto de Renda. Problema que não tenho. Até porque, moro na mesma casa há 20 anos e tenho como comprovar a origem do meu patrimônio, construído em Pernambuco. Não tenho patrimônio fora do Estado, nem no exterior;

3 - O empréstimo contraído pela empresa antes de o empresário e deputado José Mendonça assumir o seu controle, é público e está sendo contestado na Justiça, porque os juros aplicados elevavam a dívida em 80 vezes sobre o seu valor de origem.

4 – A contestação judicial de uma dívida é direito de qualquer cidadão no Estado Democrático. O prefeito, inclusive, contesta na Justiça Federal uma dívida de cerca de meio milhão, sem que seja feito questionamentos ao fato dele exercer seu direito de cidadão;

5 - O prefeito João Paulo e o PT sabem que o acordo entre o BNB e o deputado José Mendonça Bezerra ainda não foi assinado, há alguns anos, por perseguição política. O acordo, inclusive, chegou à mesa da diretoria do BNB para ser assinado e, de última hora, foi suspenso atendendo a pressões políticas do PT, que aparelhou os órgãos públicos.

6 - A estratégia de João Paulo de repetir que é guerrilheiro, como forma de calar oposição, não me intimida. Até porque não estamos na Venezuela, nem em Cuba. O Estado Democrático de Direito garante o exercício da oposição e eu vou exercê-lo plenamente.

7 - Por fim, é lamentável que o prefeito continue desrespeitando a Democracia atacando o Ministério Público, a Imprensa, a oposição ou qualquer instituição de fiscalização que aponte erros na sua gestão.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Leitor do Blog tem voz. Mas também resposta

Amigos, recebi de um leitor do blog, chamado Emídio, a seguinte mensagem, enviada pela opção FALE COM O BLOG, na coluna da esquerda:

"Por que graças a Deus ?Você teve que aguentar JV e seu conterrâneo,especialista em perder eleições e vai ter que aturar a competência de Eduardo Campos por mais 6 anos."

Provavelmente o Emidio se refere a um post onde eu disse a seguinte frase

"Na eleição de 1994, quando Miguel Arraes foi eleito pro seu terceiro e (graças a Deus) último mandato de governador, em Belo Jardim, Valdeci era prefeito e apoiou a eleição de Cintra para deputado estadual."

Emidio, disse e repito. Graças a Deus aquele foi o último governo de Arraes. Todos sabem do mito que era aquele homem. Do valor político que ele tinha. Mas ninguém pode tapar os olhos também para a péssima administração que ele fez entre 95 e 98.

Não vale sofismar com a velha resposta: "FHC boicotava Arraes".

É mentira isso. No governo FHC, amigos, nunca faltou verba para o metrô e foi aí que ele verdadeiramente foi expandido.

No governo de FHC, o Aeroporto dos Guararapes recebeu 80% da verba necessária para sua ampliação e reforma.

Sobre o meu conterrâneo especialista em perder eleições, acho que você está falando de Cintra Galvão. não é? Afinal, só de 98 pra cá, perdeu 5 (deputado em 98, 2002 e 2006 e prefeito em 2004 e 2008)

Porque se for de Mendonça Filho, saiba que ele enfrentou, ao longo de 22 anos, 7 eleições. Venceu 5 e perdeu 2.

Emidio, obrigado pelos acessos ao blog. O espaço está completamente aberto a todos

sábado, 18 de outubro de 2008

Os Macaxeiras e as eleição

Parece que em breve Dona Luza "Macaxeira" Torres vai à Itacaité falar sobre as eleições. Deveria ser hoje, mas nem sei se a Rádio já tem energia pra funcionar. Falo de energia no sentido literal da palavra, já que a CELPE cortou o fornecimento ontem.

Quando rompeu com os Galvãos e veio ser vice de João, em 2000, Valdeci trouxe consigo a vitória ao grupo. Coincidência ou transferência de votos?

Vamos analisar dados em lugar de analisar paixões políticas:

Na eleição de 1994, quando Miguel Arraes foi eleito pro seu terceiro e (graças a Deus) último mandato de governador, em Belo Jardim, Valdeci era prefeito e apoiou a eleição de Cintra para deputado estadual.

Cintra teve 10.748 João teve 10.305 Eduardo Araújo teve 344

Já em 1998, o prefeito era Cecílio Galvão, que, óbvio, apoiou o pai. Mas Valdeci não. Já rompido, Apoiou Bruno Araújo, filho de Eduardo.

João teve 10.403 Cintra teve 10.201 Bruno Araújo teve 983

Veja como João ganhou 100 votos, Cintra perdeu mais de 500 e o apoio de Valdeci, ex-prefeito duas vezes, deu à família Araújo míseros 640 votos

Prova é que, em 2002, quando estava no grupo Mendonça já como vice-prefeito de João, Valdeci apoiou Augusto Coutinho, candidato dos Mendonças. E havia um acordo entre os Mendonças e os Araújos para que Bruno não fizesse campanha em Belo Jardim, deixando os votos para Augusto. Em contrapartida, os Mendonças o apoiariam na vizinha Sanharó.

Augusto teve 11.670 votos. Um aumento de cerca de 1300 votos em relação ao que João teve em 98. Votos de Valdeci? Não. O eleitorado de Belo Jardim cresceu. Mendoncinha era vice-governador e empreendimentos estavam vindo para Belo Jardim. Parece mais razoável ser este o motivo do aumento da votação do grupo Mendonça do que a presença de Valdeci.

Cintra teve 13.025 votos. Cerca de 2800 a mais do que teve em 1998. Um bom desempenho, se levarmos em consideração que em 98 ele era deputado e tinha o apoio do governador Arraes e agora não tinha nem mandato nem era aliado de Jarbas.

Bruno teve ainda assim 398 votos em Belo jardim sem fazer campanha. Algo bem parecido do que seu pai teve em 94 e apenas 585 votos a menos do que em 98, quando Valdeci o apoiou.

Essa é a influência dos Torres no eleitorado de Belo Jardim.

A verdade é que muitos se impressionam com o fato de, até este ano, Valdeci não ter perdido eleição apoiando ou disputando. Mas tudo indica que as vitórias dos Galvãos até 1996 se davam pela força de Cintra, aliado do governador Arraes e deputado, chegando a presidir a Assembléia.

E as vitórias dos Mendonças se deram por vários motivos: desgaste da gestão Cecílio (rejeitada até pelos Cintristas), apoio do governo Jarbas, obras trazidas para a cidade, etc.

Nessa eleição de 2008, os Torres arriscaram. Valdeci tentou ao máximo ser discreto e conseguiu. Não foi a eventos, comícios nem caminhadas. Não subiu em palanques.

Já a sua esposa, senhora Luza, foi uma das cabeças da campanha. Articulou todos os passos, rompeu com amigos e até irmãos que ficaram no grupo Mendonça, foi expulsa da Igreja Universal e tantas outras coisas, acreditando no seu poder de decidir eleição e perdeu.

Qual será o destino dos Torres/Macaxeiras para a eleição de 2010?

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Vereadores dos Mendonças perdem votos

Fiz um lenvantamento para entender algo que ocorreu na eleição para vereador de Belo Jardim. Acompanhem o raciocínio.

Para saber quantos vereadores um partido faz, nós temos que primeiro saber quantas pessoas votaram em algum vereador (ou na legenda, digitando apenas 2 números).

Esse total, a gente divide pelo número de vagas. Achamos um resultado que se chama QUOCIENTE ELEITORAL (QE).

Por fim, dividimos o número de votos de um partido ou coligação por esse QE. O resultado nos diz quantos vereadores terá direito. Quase sempre o número não é exato. Aí a gente vê quem teve fração decimal (número depois da vírgula) mais próximas de 1.

Em 2004,

39.869 pessoas votaram em algum vereador ou legenda. Portanto, dividimos isso por 10 vagas e temos o QE de 3.987

Os partidos fizeram coligações isoladas.

No lado dos Mendonças:

o PMDB (15) coligou com o PSDB (45) e PRP(44). Juntos, tiveram 11.283 votos. Dividindo pelo QE, dá 2,82.

o PFL (25) coligou com o PAN (26) e PSDC (27). Tiveram 9.933 votos.
Dividido pelo QE, dá 2,49

Somando as duas coligações: 21.216 votos

No lado dos Galvão:

o PTB (14) coligou com o PSB (40) e tiveram 9086 votos.
Dividido pelo QE, dá 2,27.

o PDT (12) coligou com o PCdoB e tiveram 4.607 votos.
Dividido pelo QE, dá 1,15.

Somando as duas: 13.693

Repare que ficamos então assim:

PMDB: 2,82 2 vereadores
PFL: 2,49 2 vereadores
PTB: 2,27 2 vereadores
PDT: 1,15 1 vereador

2+2+2+1= 7 vereadores.

Tá faltando 3 vagas. Vai pra quem? 1 pra cada partido que se aproximou mais do número seguinte, depois que dividimos pelo QE.

Vejam. o PMDB é o primeiro a ganhar mais uma vaga, porque está faltando só 0,18 para chegar ao número 3.

Outra vaga vai para o PFL, porque lhe falta apenas 0,51 para chegar em 3.

A última vaga vai pro PTB, pois lhe falta 0.73 para chegar em 3.

Assim, ficamos com
PMDB 3 vagas (Pomba, Claudiane e Zé Ivan)
PFL 3 vagas (Zequinha, Euninho e Wilsinho)
PTB 3 vagas (Valdemir, Fernando e Benício)
PDT 1 vaga (Zé Lopes)

Entenderam por que os Mendonças fizeram 6 a 4 nos Galvão?

Porque tiveram 21.216 votos contra 13.693 para vereadores.

Em 2008 deu empate. vamos ver por quê?

40.965 pessoas votaram em algum vereador ou em alguma legenda. como são 10 vagas, temos um QE de 4.096.

Os partidos resolveram fazr Chapões. Ou seja, coligar todos os partidos.

DEM, PMDB e PV tiveram 19.743 votos, incluindo os votos nos partidos.
Dividindo pelo QE, dá 4,82. 4 vereadores

PTB, PDT tiveram 14.639 votos, incluindo os votos nos partidos.
Dividindo pelo QE, dá 3,57. 3 vereadores

PSC, PT, PSB, PCdoB tiveram 5.508 votos, incluindo os votos nos partidos.
Dividindo pelo QE, dá 1,34. 1 vereador.

Tá faltando duas vagas. Vão para os partidos/coligações que mais se aproximaram de uma outra vaga.

DEM/PMDB/PV ficaram a 0,16 de chegar em 5.
PTB/PDT ficaram a 0,43 de chegar em 4.
PSC/PT ficaram a 0,66 de chegar em 2.

Portanto, as 2 vagas que faltam, vão para essas duas primeiras coligações. Daí:
DEM/PMDB/PV: 5 vereadores
PTB/PDT: 4 vereadores
PSC/PT: 1 vereador (o vereador eleito faz parte do grupo dos Galvãos)

Portanto, amigos, os Mendonças perderam votos de vereadores para os Galvão.

Em 2004:
MENDONÇAS: 21.216
GALVÃOS: 13.693
Diferença de 7.523

Em 2008:
MENDONÇAS: 19.743
GALVÃOS: 14.639
diferença de 5.104

Os Mendonças perderam 1473 votos
Os Galvãos ganharam 946 votos
A diferença diminuiu em 2419

Nesse cálculo, não inclui os votos do PSC/PT porque neles existem votos de ambos os lados.

Zé Ivan, que virou vice-prefeito, e Zequinha, que faleceu, devem ter deixado seus eleitores votando em vereadores do grupo.

Resultado desse empate: O grupo que eleger o presidente da cãmara perde a maioria das votações, já que quem preside só vota em caso de empate. As votações vão terminar, quando todos estiverem presentes, 5x4 para um dos dois grupos.

A não ser, é claro, que o grupo liderado pelo novo prefeito Marco Coca Cola consiga aumentar sua base na Casa de Custódio Mergulhão. Marco é hábil e arcedito que venha a enfrentar muitos problemas ali.

Mas a queda dos votos do grupo Mendonça é algo que deve ser observado e analisado com cuidado, já que se trabalhou ao lado do prefeito e ampliando apoios.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

O caminho de João


Após a conclusão de seu mandato à frente da prefeitura de Belo Jardim, as apostas em torno do destino do prefeito João Mendonça são de que ele tentará voltar à ALEPE (Assembléia Legislativa). João esteve lá por 6 anos consecutivos. Estreiou em 1995, após ser eleito na chapa do candidato derrotado governo, pelo PFL, Gustavo Krause. E em 1998 foi reeleito, na chapa dos vitoriosos Jarbas e Mendonça Filho. Nesse ano, inclusive, João venceu em Belo jardim o ex-deputado Cintra Galvão, por cerca de 300 votos.

Em 2000, João deixou a Assembléia para assumir mandato de prefeito em Belo Jardim. Em seu lugar na ALEPE, ficou o deputado Elias Lira, de Vitória de Santo Antão, que havia ficado em primeira suplência.

Em 2010, a ALEPE deve estar nos planos de João. Não sabemos ainda quem será seu candidato ao governo, nem se em Belo jaridm fará dobradinha com Augusto Coutinho ou Mendoncinha (ambos devem tentar se eleger deputados federais).

No lado opositor, já começam as conversas de bastidor, indicando nova candidatura de Cintra a deputado estadual. Em off, dizem que o objetivo não é elegê-lo, mas sim, derrotar, em Belo Jardim, o grupo Mendonça